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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Pão Diário 05 de Novembro

Hoje é difícil para nós entendermos como um Deus de amor pode dar uma ordem como a que acabamos de ler. Ela nos faz perceber como a humanidade inverteu os valores divinos. Partimos do particular, do indivíduo. Por exemplo, chamamos de “direito humano” alguém se calar após matar uma porção de pessoas. Mesmo quando o grupo é importante, a atitude não está de acordo com o que Deus esperava. A geração atual sempre se julga melhor do que as antecedentes, e em condições de avaliar e criticar seus valores. Aquelas que estão bem afastadas de nós no tempo são classificadas com nomes como da Idade da Pedra ou das Trevas, nômades e selvagens. Até parece que antes não houve gente de boa índole.
            Ao lermos as ordens dadas por Deus ao povo, notamos como ele protegia o coletivo. Os impuros (com lepra, fluxo ou que tinham tocado em cadáver) eram postos para fora do acampamento em benefício de uma comunidade de milhares. Todavia, a porta não estaria fachada para sempre: santificados após o ritual, podiam ser inseridos de novo na coletividade.
            Nosso texto mostra o interesse nos outros, enquanto nossa escrita é: “Eu sou mais eu. Eu acho. Eu  exijo meus direitos”. Cristo foi assim? Não. Ele foi o ser mais perfeito que habitou neste planeta e, mesmo não tendo doença contagiosa, cumpriu à risca essa orientação. Por amor aos outros (nós) tornou-se imundo quando assumiu nossa maldade, culpa e tudo o que não agrada ao Pai. Tendo sido posto fora da cidade, foi crucificado (Hb 13.12).
            Devemos, então, buscar a santidade para que outros desfrutem de saúde espiritual e a Igreja do SENHOR se torne digna de sua santa presença. Pensar nos outros sempre será a maior prova de amor. Ao cuidar da pureza do corpo de Cristo, estaremos cuidando daqueles por quem ele sofreu e morreu. – MJT
Seguir Jesus inclui pensar mais nos outros
do que em si mesmo.

Pão Diário 04 de Novembro

Saul e Jônatas já estavam mortos, mas Davi recordou-se de que havia dado sua palavra de amizade a Jônatas. O próprio SENHOR era testemunha desse pacto que selaram, inclusive envolvendo as suas descendências (1Sm 20.42; 23.18). Por isso ele se esforçou para ver se encontrava alguém da descendência de Jônatas a quem manifestar bondade. Que coisa incrível e bonita! Ninguém lhe cobraria isso, pois talvez nem mesmo alguém soubesse de suas promessas ao amigo, mas Davi honrou sua palavra, mesmo Jônatas já tendo partido. Assim, Davi encontrou o filho de Jônatas, Mefibosete, alguém que não era valorizado pela sociedade da época por ter problemas nos pés. Mas Davi não olhou para o fato de aquele homem ser alguém desprezado e não ter posição na sociedade; o que importava era a oportunidade de honrar seu amigo por meio do seu filho, a quem Deus havia preservado a vida. Talvez você ache estranho procurar alguém para demonstrar bondade, mas Davi considerou aquilo com sabedoria e não deixou a oportunidade passar; na realidade, assumiu-a como sua obrigação na posição em que se encontrava.
            A atitude de Mefibosete também chama atenção. Mesmo sendo da linhagem real, agiu com reverência diante de Davi. Talvez pudesse ter exigido direitos, mas não o fez, apresentando-se como servo. Davi lhe restituiu todos os bens que pertenciam a Saul, além de colocá-lo junto á mesa das refeições, tratando-o como um filho do rei. Davi não tinha essa obrigação com Mefibosete e não receberia nenhuma gratificação pela ação, mas ele soube demonstrar de forma prática o amor ao próximo. Ele não se limitou a falar: foi além, mostrando que verdadeiramente era um homem íntegro e generoso. O mundo de hoje necessita de indivíduos que cumpram sua palavra e manifestem misericórdia com o próximo, ainda que não haja quem cobre por isso. – MZK
O caráter cristão nos impele a agir com bondade
em relação ao próximo.
ANIVERSÁRIO DE 6 ANOS DA MINHA FILHA LINDA... YASMIM !! PAPAI AMA VOCÊ !!!

Pão Diário 03 de Novembro


Robert Woodruff comandou a Coca- Cola por muitos anos. Ele tinha uma visão para sua empresa: queria que o refrigerante estivesse sempre ao alcance das pessoas, em todo o mundo. Ele trabalhou duro para tornar seu sonho uma realidade. É pena quando nós não temos alvos tão arrojados para as questões espirituais, especialmente quanto à pregação do Evangelho.
            No entanto, Jesus tinha uma visão bem ampla quanto a isso: queria que todas as pessoas o conhecessem e recebessem a vida eterna. O apóstolo Paulo explicou este plano a Timóteo assim: “As palavras que me ouviu dizer na presença de muitas testemunhas, confie-as a homens fiéis que sejam também capazes de ensinar outros” (2Tm 2.2). Deus quer que os cristãos levem aos outros a mensagem sobre Jesus que um dia ouviram e os ensinem a viver de forma agradável ao SENHOR.
            Ter um relacionamento com Deus faz um bem muito grande a qualquer pessoa. Muitas vezes já pensei o que seria de mim se não fosse um discípulo de Cristo! Ele me deu uma razão para viver, me orienta, capacita e dirige minha vida. São tantos os presentes que recebemos dele todos os dias! Mas muitas vezes somo egoístas e só pensamos em nosso bem-estar. Esquecemos que, se temos o privilégio de viver com Deus, ele espera que levemos o evangelho para as pessoas ao nosso redor, que ainda vivem sem esperança, sem Deus e sem a possibilidade de uma vida melhor e eterna. Você tem se alegrado porque entregou a sua vida a Jesus um dia, é filho de Deus hoje e tem a certeza da vida eterna? Que bom! Mas o que você tem feito para que os que ainda vivem longe do SENHOR possam ter esta mesma alegria?
            Woodruff tinha o sonho de ver cada habitante do mundo saboreando o seu refrigerante. Nós, como filhos de Deus, devemos almejar que todas as pessoas conheçam a Deus e tenham um relacionamento com ele. O que você tem feito para isso? – HS
Que todos conheçam a Deus e desfrutem da vida eterna –
eis o alvo mais grandioso de todos.

Pão Diário 02 de Novembro

Com a morte, uma das mais profundas realidades da vida, dificilmente nos habituamos. Para muitos, a morte é o fim, não há nada mais a fazer. Foi o que disse alguém da casa do dirigente da sinagoga: “Sua filha morreu. Não incomode mais o Mestre” (v49b). Embora muitas pessoas pensem que não há mais nada após a morte, Jesus é a solução até mesmo para a própria morte.
            Na narrativa do texto de hoje, observamos que a menina morta atendeu à voz de Jesus e reviveu. O Senhor Jesus Cristo não apenas curou doentes e ressuscitou mortos, como também ele mesmo ressuscitou dentre os mortos, conforme lemos: “De fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dentre aqueles que dormiram [morreram]” (1Co 15.20)
            Portanto, os que se perturbam nos momentos de luto e de dor precisam saber que a morte não é o fim. Se cremos em Cristo, sabemos que o fim da vida aqui na terra é apenas uma transição para uma existência incomparavelmente melhor – a eternidade com Deus. Cristo, num outro trecho da Bíblia, disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, não morrerá eternamente” (Jo 11.25-26a).
            Diante de todos os atos de Jesus e de todas as suas promessas, convém crermos e confiarmos nele, sabendo que algo muito melhor que a nossa vida terrena nos aguarda. O apóstolo Paulo, em uma e suas cartas dirigidas à igreja em Corinto, escreveu: “Sabemos que, se for destruída a temporária habitação terrena em que vivemos, temos da parte de Deus um edifício, uma casa eterna nos céus, não construída por mãos humanas” (2Co 5.1)
            Por isso, creia em Jesus Cristo como eu Salvador e Senhor e seja fiel até a morte, para que você possa viver eternamente com o Senhor no céu e seja recompensado por ele. – MM
A morte não é o fim, e sim o início da eternidade
com ou sem Deus. Qual você escolhe?

Pão Diário 1° de Novembro


O livro de Apocalipse antecipa um acontecimento importante: os filhos de Deus testemunharão o dia em que a verdade do Evangelho de Jesus interferirá no cotidiano de toda criação. É o momento conhecido como julgamento, quando todos ouvirão o definitivo veredicto. No texto de hoje vemos que o povo de Deus estará ao lado de Jesus, o Cordeiro vitorioso. As pessoas que decidiram obedecer aos seus mandamentos carregarão consigo a marca divina na testa e um novo cântico nos lábios.
            Este livro aparenta ser, inicialmente, de difícil compreensão. Contudo, o significado das palavras da leitura bíblica não é obscuro. Ao contrário, são palavras esclarecedoras. Jesus é o Cordeiro de Deus e encontra-se soberano sobre o Monte Sião, na Jerusalém Celestial (o céu). Apesar de jamais podermos ilustrar adequadamente o episódio do julgamento divino, a Bíblia nos orienta sobre a vitória de Deus. Deus é o Criador de tudo o que existe, e não há por que esperar para descansarmos a vida em suas mãos. O apóstolo João foi agraciado ao receber as palavras da revelação. A nós, os que hoje temos contato com a Palavra de Deus, cabe entregar em definitivo todos os nossos dias aos cuidados deste Deus tão maravilhoso, cheio de poder e majestade. Ele quer escrever o seu nome em nós, como prova de intimidade e fidelidade, mostrando que aqueles que escolhem ficar ao seu lado estarão sob a proteção do seu majestoso e invencível exército. Desde já devemos estar prontos para entoar o cântico novo como um sinal de gratidão e fidelidade ao nosso grande Deus. Todo aquele que escolhe seguir Jesus e entrega a ele sua vida já recebeu o perdão divino e a vida eterna, e será purificado à medida que o Espírito Santo vai agindo em sua vida. Quando chegar o momento descrito no texto de hoje, estará completamente puro, livre de todo mal (veja o versículo em destaque). Por tudo isso, louvará o SENHOR eternamente. - CM

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Pão Diário 31 de Novembro

É nas pequenas coisas que estamos sujeitos aos maiores pecados. Às vezes basta o sucesso do nosso próximo para alimentarmos inveja. Foi o que aconteceu com Caim, que acabou matando seu irmão só porque Deus aceitara a oferta deste e rejeitou a sua (Gn 4). Mesmo nas igrejas pode-se observar isso, mas dificilmente nos enxergaremos como sendo Caim ou um Saul, de cuja inveja lemos hoje. Viram que perigo?
            O amor fraterno produz o contrário. Livra-nos da ganância pelas coisas materiais e leva-nos a beneficiar o próximo. Desperta em nós alegria com o sucesso do próximo, e nem notamos que, com essa atitude, nos tornamos sócios de Deus! Jônatas, de quem também lemos hoje, tornou-se um símbolo de lealdade humana sem ter essa intenção.
            Já Saul gastava tempo e energias alimentando sua inveja enquanto Davi se ocupava com as guerras do SENHOR. A partir daí, sua vida só foi ladeira abaixo.
            Davi também era pecador, mas quando errava, não alimentava seu pecado. Não permitiu que este o impedisse de servir ao SENHOR, mas arrependia-se e tratava de obter o perdão de Deus assim que se dava conta dos males que cometia.
            O adágio “faz a fama e deita na cama” tem levado muitos ao fracasso. Davi não se acomodou com o sucesso que teve diante de Saul, mas usou sua posição privilegiada para ser útil para Deus e o próximo. É a receita de vida para o cristão: quando descobre que pela cruz de Cristo ele alcança a paz com Deus, torna-se um servo dinâmico do SENHOR. Ele não trabalha para que Deus o aceite, mas por gratidão porque já foi aceito por Deus – de graça.
            O perigo que corremos é perder de vista o SENHOR de quem tudo recebemos e, em vez disso, passarmos a olhar em torno medindo-nos por aquilo que os outros são e fazem. Com isso perdemos o rumo e também o contato com a fonte de força, paz e alegria, que só encontramos no próprio Deus. – MJT
Quer avançar? Olhe para o alvo, não para a paisagem!